::UM POUCO DE MIM::

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Sou um homem que a minha história de vida tem pouco de mim e muito dos outros. Ela está fragmentada no olhar dos que me olham, na voz dos que me falam, no enredo dos que me narram, nos sentimentos dos que me amam, nas flores que cultivo ao longo de minha caminhada. E como a vida requer cuidado. Os amores também. Flores e espinhos são belezas que se dão juntas. Não queira uma só. Elas não sabem viver sozinhas. Quem quiser levar a rosa para sua vida, terá que saber que com ela vão inúmeros espinhos





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    Parabéns, Hoje é Seu Dia!!

     

    Dia Internacional da Mulher é uma homenagem

    a um episódio trágico que aconteceu nos Estados Unidos.

    Em 1857, mulheres de uma fábrica de tecidos em

    Nova Iorque se rebelaram contra suas condições de trabalho.

    Foi a primeira vez que as mulheres se uniram

    para reivindicar melhorias.

    Mas a rebelião foi contida de forma violenta,

    culminando com a morte de 129 tecelãs,

    que morreram carbonizadas dentro da fábrica.

    Em 1910 surgiu a idéia de se criar uma data

    para homenagear essas operárias

    e marcar um dia de luta feminina.

    Em 1975 a Assembléia Geral das

    Organizações das Nações Unidas (ONU)

    decretou o dia 8 de março como

    Dia Internacional da Mulher.

     

    Mais uma vez nossa blogosfera está unida para alertar a todos nós sobre um assunto que muitas vezes fazemos pouco, ou quase não nos importa, afinal não está acontecendo comigo. Mas temos que ter consciência que podemos fazer alguma coisa para ajudar. Antigamente a mulher em nossa sociedade era vista como “parideira”, estava submissa ao homem, mas com o passar do tempo e com muito sacrifício foi ganhando seu espaço, e aos poucos, sem os homens perceberem foram penetrando no campo de trabalho, inclusive em áreas que até então se diziam só para homens, hoje elas figuram de um  simples gari passando pela construção civil, concorrem a Presidência e deixaram sua marca até na lua. Vieram ao mundo para harmonizar, e hoje estão resgatando característica de equilíbrio próprio do sexo feminino. Mulheres de diferentes classes e sonhos alcançam o reconhecimento profissional, conquistam a tão sonhada realização. São mulheres de fibra, que conciliam trabalho e vida particular com muita elegância, sem contar a famosa intuição feminina, que muitas vezes somos pegos de surpresa. Muitos de nós encaramos a mulher como concorrentes em nosso campo de trabalho, mas a única coisa que elas desejam é ter uma vida tranqüila, cuidar da casa, dos filhos e do marido. Elas pensam assim, e nós, somos humildes o bastante para reconhecer?  As mulheres são movidas a desafios, querem somente fazer coisas novas, participar, compartilhar, são detalhistas e eficientes. E sabem por quê? Sempre se dedicam ao emprego ou aos negócios próprios como se estivesse administrando o próprio lar. As mulheres têm uma visão maternal de ver as coisas e estão sempre dando um toque mais sofisticado e delicado no ramo que trabalham. Alem do mais, a grande maioria são esposa, mãe, dona-de-casa e ainda encontra tempo para desenvolver atividades sociais e até academia, são ou não mais organizadas que nós? Hoje elas deixaram de ser coadjuvante e juntamente, em pé de igualdade, são protagonista. Quantos casos conhecemos que as mulheres têm que fazer sacrifícios em sua própria carreira para poder acompanhar o marido que está também preocupado no desenvolvimento profissional? Viram só como elas enfrentaram desafios? Mas são sabedoras que nos momentos difíceis é que encontram oportunidades e não temem, acredita que podem atingir tudo o que quiserem. Quem está lendo minha narrativa está pensando que trajetória da mulher é só sucesso, ledo engano se está pensando assim. Veja só como  mulher é um ser contraditório. Segundo o texto de Melayne Macedo Silva, ativista da Marcha Mundial das Mulheres que transcrevo parte é alarmante.“Hoje, no Brasil, a cada 15 segundos uma mulher é espancada. Em cada dez mulheres, oito já sofreram algum tipo de violência de um homem. Cerca de 88% dos crimes de violência física são cometidos por pessoas do vínculo familiar, sendo 81% cometidas por maridos ou ex maridos, 7% por namorados ou ex-namorados e 4% por pais ou irmãos...” (grifo nosso). Baseados em tal afirmativa podemos concluir que a violência doméstica existe e é exercida, sobretudo pelos homens contra as mulheres que se encontram sob sua dependência, é assustador o cenário que se desenha. A violência verbal é uma constante em quase todos os casos, o que inclui insultos, desrespeito à dignidade, ao bom-nome e à idoneidade, ocasionando perda de auto-estima e falta de confiança. A violência de tipo sexual é também bastante freqüente, com a agravante de não ser penalizada quando ocorre no âmbito conjugal, em que, segundo o Código Penal vigente, cai na classificação de cópula lícita, ou seja, todas as relações sexuais são lícitas dentro do casamento. Há na doutrina criminal muita discussões a respeito da possibilidade ou não de o marido ser condenado pela prática de estupro contra a sua mulher. A jurisprudência evidencia variados casos, em sua maioria, favoráveis à possibilidade de cominação de culpa do consorte. O que deve ser pontuado é que a violência sexual contra a mulher, e contra a esposa, está cada vez mais freqüente. É preciso que o governo e a sociedade como um todo despertem para essa questão. Afinal de contas, o sujeito ativo não pode ficar impune diante o cometimento de um crime, sob pena de estar sendo instaurado um caos. Delmanto, por sua vez, ratifica esse posicionamento, quando indica que: Quanto à possibilidade de o marido ser agente de crime de estupro praticado contra a esposa, a doutrina tradicional entende que não pode sê-lo, porquanto seria penalmente lícito constranger a mulher a conjunção carnal, sendo que esta, por si só, não é crime autônomo. Assim, embora a relação sexual voluntária seja lícita ao cônjuge, o constrangimento ilegal empregado para realizar a conjunção carnal à força não constitui exercício regular do direito, mas sim abuso de direito, porquanto a lei civil não autoriza o uso de violência física ou coação moral nas relações sexuais entre os cônjuges (grifo nosso). A violência física é que tem ganhado mais visibilidade, consistindo em agressões corporais, desde as mais simples às mais graves, até ao cárcere privado. Camuflada mas igualmente grave é a violência econômica, que se traduz, por exemplo, na falta de cumprimento da pensão de alimentos e na retirada de bens comuns da família para outro lugar ou para fins desconhecidos por parte do marido ou do parceiro. Não há como negar esta situação e tem que se aumentar a consciência pública sobre o problema da violência doméstica. Não chega pensar simplesmente em reformas legais, é necessário que se comece a compreender que este tipo de violência contra as mulheres só tem existência porque se funda em valores culturais e sociais que subordinam as mulheres e as relegam para segundo plano na casa e na sociedade. Lógico se pararmos para analisar vamos achar inúmeras “explicações”. Se quisermos realmente combater a violência doméstica que se exerce sobre as mulheres, temos antes de tudo reconhecer uma verdade fundamental: as mulheres são as vítimas preferenciais deste tipo de violência porque na sociedade predominam valores patriarcais que sustentam uma hierarquia que dá poder aos homens, outorgando-lhe a prerrogativa de controlar a vida das suas esposas ou parceiras. Pois bem, são ou não contraditórias? Mesmo passando por tudo isso, hoje estão em pé de igualdade conosco.  Mas eu prefiro falar de vocês MULHERES de uma outra forma e maneira, falar sobre a mulher, sem dúvida é estar apontando para o mais precioso instrumento de renovação da qualidade humana das pessoas. E a mulher tem a capacidade para construir essa renovação do ser humano, tornando-o mais sensível às causas sociais, as dores e esperanças de todos nós. E os recursos humanos é a maior riqueza de um país. Assim como a qualidade dos membros de uma família é a maior riqueza de uma família. Passa pela mulher, o dom de dar a luz, ser mãe, cuidar da saúde, educação das crianças no período mais importante para o desenvolvimento da sua inteligência e criatividade, dos seus valores culturais e religiosos. É na primeira infância que mais se estrutura o ser humano para ser instrumento de justiça e paz. Mas, se a mulher é tão importante instrumento de mudança, é necessário dar oportunidades para desenvolver, dentro de uma cultura que valorize a vida, a sua vocação e habilidades naturais, para as quais possui inteligência privilegiada. Tanto que geram seres, nascemos nos tornamos adultos, aprendemos amar e ser amados, muitas vezes somos amigos, companheiros, outras confidentes, quando nascemos elas nos ampararam, são mães e como toda mãe, é querida e amiga, nos dão ternura, carinho, nos alimenta. Pensamos que só por ser mulher é sexo frágil. Ledo engano, como somos bobos. Elas são queridas, guerreiras, vencedoras. Parabéns a todas vocês pelo simples fato de existirem e serem MULHERES!!  Fiquem com meu carinho e admiração por todas vocês.

     

     

    "um amigo ama em qualquer tempo, é um irmão no dia do perigo" Provérbios 17,17. Se for a primeira vez que você visita minha página ou os faz sempre se sinta em casa. Pois tudo foi elaborado com muito carinho para todos vocês. Espero poder continuar sendo merecedor de sua amizade.

     



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    Mundo Pequeno

    Parte IV

     

    “Tendo-as despedido, subiu ao monte para orar à parte. Ao anoitecer, estava ali sozinho.” Mateus 14:23-24. Às vezes necessitamos de solidão para lidar com a nossa dor pessoal, nossos conflitos. Quando me sinto sozinho ou estou descontente com alguma coisa, costumo fazer uma reflexão sincera da minha vida emocional e afetiva. Já passei da fase daquelas perguntas básicas por que estou sozinho? Porque não encontro alguém para mim? Hoje elas foram substituídas por: o que fiz com minha vida, que pessoas eu encontrei e quais eu não me permiti encontrar, o que realmente estou buscando, quem estou realmente buscando, ou mesmo quero ter alguém neste momento em minha vida? A verdade é que todas as escolhas que fazemos estão sempre ligadas a nossos desejos, sejam eles conscientes ou não. Se hoje temos algum relacionamento que não nos satisfaz, ou que nos traz algum sofrimento, certamente esta pessoa atende a alguma outra necessidade que talvez pouco percebemos, mas que no momento é a mais importante e a mais forte, e porque será que essa pessoa é tão importante, porque sentimos essa necessidade de ser notados, de mandar um e-mail e ficar com medo de ler a resposta, isso lógico se o destinatário(a) responder. Se não temos ninguém a nosso lado pode ser porque, de alguma forma, preferimos isso; por medo, por egoísmo, ou por achar que ninguém é bom o suficiente, ou por algum outro motivo de que nem temos consciência ainda. Mas é sempre uma escolha nossa. Ninguém está fadado a ficar sozinho; a solidão afetiva é uma escolha pessoal como a maior parte dos caminhos que tomamos na vida. Ela não é obra do acaso ou da falta de sorte. A gente escolhe estar sozinho ou acompanhado baseado no nosso entendimento daquilo que é melhor para nós e daquilo que não vai nos fazer sofrer. Muitas pessoas que nunca tentaram um relacionamento virtual pensam que isso é sinônimo de entrar em salas de bate-papo, que isso é besteira, somos taxados de loucos, por “perder” tempo nesse mundo fascinante que é o virtual, sabendo usá-lo ficamos informados sobre todos os assuntos, podemos ver como um simples pedaço de fio se transforma em uma linda peça de decoração, do simples cachorro preso em uma pequena jaula, ao mais importante fato político do nosso país e do mundo, será que nós perdemos tempo ou aqueles que nos julgam que estão ficando fora de moda? Na verdade, há várias maneiras de se conhecer alguém real de forma virtual, exemplo está aqui nossa blogosfera. Há inúmeros sites de namoro pela internet, eu particularmente nunca fui adepto a nenhum. Não entro para “caçar” alguém, entro pelo simples fato de entrar, gosto de músicas e ali encontramos os mais variados gostos e estilos, geralmente românticas, daí o porquê eu gostava de freqüentá-las. Lógico sempre conversava com alguém coisas do cotidiano, muitas pessoas sentem-se a vontade perante o monitor e desabafa, falam coisas que não teriam coragem de confidenciar a ninguém no real. Desabafo virtual é uma das coisas na vida que muita gente faz, mas poucos assumem. O anonimato e a privacidade propiciados pela internet são poderosas ferramentas de indução à quebra de barreiras. Diante do computador, você pode ser quem quiser, falar o que tiver vontade sem passar pelos sucessivos julgamentos que o contato frente a frente propicia. Tudo fica mais explícito e exposto. Para paquerar pessoalmente, é preciso decifrar muitos sinais, vencer a timidez e ainda se assegurar de que ninguém vai descobrir nada. Na internet o contato é rápido, seguro e fácil. Mas afinal, será que as pessoas fazem isso porque estão sozinhas, para facilitar o primeiro encontro ou por que é um novo método de comunicação? No meu entender, as relações virtuais não substituem os encontros físicos nem as viagens. Podem sim auxiliá-las na preparação. Nos casos de encontros amorosos, eles podem dar certo ou não, podem ser muito bons ou dramáticos. E podem ser também muito lúdicos e cheios de sonhos ou pesadelos. Apesar de estarmos ligados a um aparelho, passamos a ser espectadores, atores e diretores de nossa própria história. Talvez na base deste fenômeno haja o desejo de compensarmos o desaparecimento progressivo dos lugares públicos para encontros de todos os dias, hoje somos reféns do medo, não temos segurança, ou talvez seja somente uma nova forma de comunicação. Com minha experiência sempre fui cauteloso, primeiro temos que nos adaptar com o novo, não dá mais para fugir. Depois temos que tentar entender as intenções da pessoa, é preciso considerar a intenção com que a pessoa faz tais contatos virtuais. Quando se cria uma amizade e isso vai se aprofundando pouco a pouco, ou seja, quando a intenção inicial não era achar alguém e a paixão simplesmente acontece, a experiência é muito válida. Agora, quando a intenção é encontrar alguém, a busca pode ser desastrosa. O namoro virtual é bom, mas não para os desesperados. Aqueles que gostam de fazer amizades acabam inevitavelmente ‘tropeçando’ em alguém interessante, aí sim podemos até tentar um encontro, depois de diversos contatos telefônicos e conversas on-line e a pessoa já está gostando da outra, o encontro pessoal é imperativo, caso contrário o romance ficará apenas no virtual, por isso, devemos saber a hora certa do encontro real, só assim olho no olho saberemos decifrar a verdade. O interesse neste tipo de relação é sui generis porque não existe o contato real. Já que a presença física não é real, a informação deve ser real. A mentira poderá levar a uma situação bastante embaraçosa e até mesmo desastrosa. Como falei nos textos abaixo, procuro sempre ser o mais sincero possível com as pessoas, pois tenho consciência que do outro lado da tela, existe um corpo, com sentimentos, emoções coração e alma: É um ser humano! E porque será que aqui no virtual nos encantamos com pessoas e no real não? Resposta óbvia. Aqui no nosso mundo virtual conversamos trocamos idéia critica e comentários, aqui nós aprendemos que o diálogo é a ponte que une as pessoas, aqui aprendemos a demonstrar através do diálogo o que espera do outro, o que agrada e o que não agrada, a relação fica mais verdadeira e duradoura. Fiquem em paz na minha paz.

     

     

    "O olhar de amigo alegra ao coração; as boas-novas fortalecem até os ossos" (Provérbios 15:30). Que o elo de nossa amizade nunca seja rompido. Sombra do sol está em votação no mundo Halma Guerreira. E a todos vocês que votaram agradeço de coração. Para poder votar é só clicar no atalho ou  no selo na lateral e você será direcionado a página, vote no painel de nº 1(um), vote  somente uma vez ao dia, caso contrário o voto será anulado. Sinta-se abraçados todos vocês.

     http://fribeiro1953.sites.uol.com.br/blog/destaqnet.html

     



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    Mundo Pequeno

    Parte III

     

    “Ensina a criança no caminho em que deve andar, e ainda quando for velho não se desviará dele”. Pv 22.6. Como tudo que estou narrando é baseado numa historia de vida, tenho que ficar atento ao que escrevo e como deixo fluir as palavras. Sempre falo com todos que Deus tem um carinho especial por todos nós, daí tamanha fé. Para poder escrever meus textos sempre procuro alicerçar além de minha experiência de vida, também nos comentários aqui deixados, e podem estar certos que não esqueço da minha identidade e tão pouco, meus filhos me dominam, tenho três e todos merecedores do mesmo carinho e atenção.  Como tenho uma única filha, certamente por ser mulher sempre teve mais “colinho”, até hoje é assim.  Entre o primeiro e o segundo relacionamento aqui narrado, aconteceu um fato que me deixou apreensivo por decisões importantes a serem tomadas. Minha filha amanheceu com uma dor insuportável sendo encaminhada ao hospital e de posse dos exames o médico deu o veredicto: vesícula.  Questionado por mim sobre o procedimento, deu as informações de praxe, a dor é intensa, mas com medicamentos é possível o tratamento podendo mais tarde retornar e aí sim seria submetida à cirurgia. Quando falou em cirurgia o mundo desabou. Como que uma “menina” tão nova seria submetida a uma cirurgia que teoricamente seria sem importância alguma. Lógico que fui consultar o médico da família e fui aconselhado a não deixar submeter-se ao ato cirúrgico. Continuei em conflito e minha filha internada. Vim consultar meus familiares onde também todos foram contra. O meu conflito interior continuava, foi quando chegando ao hospital um médico vendo o abatimento e conflito interno de pai ao ver sua filha contorcendo-se de dor bateu no meu ombro e falou: olha se é minha filha, eu já havia feito a cirurgia. Como sempre prevaleceu a verdade e o diálogo com meus filhos, fui consultá-la, ela foi curta na resposta, se for para sentir outra dor como essa prefiro ser operada. Olhei nos olhos dela e pude sentir toda sua dor, aquilo cortou meu coração, mas com tanta gente contra, qual seria minha responsabilidade caso houvesse algum contra tempo, não seria perdoado por ninguém por minha irresponsabilidade de tal autorização. Procurei o médico decidido a não autorizar e deixar a próxima crise chegar, já que segundo ele, poderia acontecer com um mês, um ano ou nunca mais a tal dor aparecesse como muitos casos que ele havia presenciado ao longo de sua carreira. Quando adentrei-me pela porta ele, a espera de minha resposta, senti algo que na hora não soube como definir,  e ao abrir minha boca não autorizando a cirurgia, saiu um pode operar só quero ser informado assim que a cirurgia terminar. Assim foi feito, já que haviam feito todos os exames de risco cirúrgico que é de praxe. Foram horas de sofrimento principalmente quando liguei para casa de minha mãe pedindo para providenciar roupas, pois eu havia autorizado. Fui chamado de louco, como fazia isso com uma “menina”. Horas se passaram e eu que nem um cão perdigueiro na porta do centro cirúrgico. Nessas horas não sei o porque, mas todos que saiam e eu indagava por minha filha a resposta era sempre a mesma, sua filha está bem e logo o médico vem conversar com o Sr. E nada, quando estava quase na hora de ser indelicado com as pessoas o médico saiu do centro cirúrgico com um vidro na mão e fui conduzido até seu consultório, ali chegando ele estendeu a mão com o vidro em minha direção e falou o seguinte: você acabou de salvar sua filha, pois se ela vai para casa não ficaria uma semana teria que retornar e certamente viria a óbito, pois aquilo que pensei ser uma simples cirurgia era mais sério que todos nós imaginávamos, havia em minhas mãos um vidro com uma vesícula preta e em estado de putrefação que poderia ter tirado a vida de minha filha. Naquele momento tive a resposta do porque a autorização da cirurgia se estava decidido a não autorizar, fiz porque minha filha deu o aval e naquele momento senti o peso do meu corpo que até então não sentia, foi quando Deus deixou sair de suas mãos e tocar o solo. Bato o joelho em terra o sou grato pelo imenso carinho que Ele me proporcionou e proporciona até hoje. Ouvir, dialogar é fundamental nesta missão tão delicada e ao mesmo tempo tão feliz que é ser pai e ser mãe. Temos costume e dificuldades de parar e ouvir os outros. Se os filhos não encontrarem este apoio, este porto seguro no colo e no coração dos pais, irão fatalmente encontrar lá fora. Para isso, voltamos nossos olhos para o testemunho e a oração, onde buscamos as forças necessárias para vivenciar as experiências de amor e perdão diários. O diálogo de Maria direcionou para Jesus, quando faltou o vinho nas Bodas de Canã: “façam tudo o que Ele vos disser ”. Ela deu com isso a grande receita de como deve ser o diálogo dos pais com os filhos quando eles percebem que falta algo em suas vidas. Certamente você está se questionando o que isso tem haver com o virtual, simples. Todo mundo tem uma história de amor pela internet para contar. Mas não conta; tem vergonha. Ficar madrugada afora, com a pupila dilatada, em frente ao computador, teclando e se deixando teclar, por pessoas de origem desconhecida, de procedência absolutamente aleatória, de caráter imprevisível, de histórico pouco confiável. Enfim, é uma loucura. Mas os riscos são mínimos e, por isso, não há quem não tenha tentado. Claro, ninguém assume nada, todos estão protegidos por pseudônimos, como é praxe na própria internet. É, portanto, perfeitamente razoável que cidadãos esmagados pela rotina, pelas pressões, pelas obrigações, pelo cansaço procurem se evadir de alguma forma. Cada um procura o nicho que mais lhe convém e descarrega nele suas frustrações. Por exemplo: As pessoas de meia idade, marcadas por separações ou pela viuvez precoce, acabam entrando em algum site de relacionamento por pura solidão e acabam se encontrando para toda a vida, como que por encanto. Essas pessoas têm, para com a nova mídia, atitudes extremamente conservadoras: abandonam-na tão logo se sentem seguras para se telefonar e se comunicar de outras formas, menos impessoais. Claro que essa categoria não busca satisfação momentânea, e sim ligações duradouras, transferindo para a internet a função do footing, do cinema, do passeio na praça, catalisadores da chamada paquera. Geralmente os chats sendo ele qual for é composto por  pessoas de classe média e alta; a mesma que não sabia o que era um  computador na infância, mas que também não se indispôs com as tecnologias de agora.  Atravessou e experimentou as duas eras do relacionamento humano, a antiga e a nova. A antiga: dos bailes, das matinês, dos portões de escola, nos primeiros contatos físicos com o sexo oposto. E a nova: dos chats por idade, dos sites de classificados, das webcams e dos e-mails derramados como se fossem cartas. Nosso mundo virtual só inverte aquilo que acontece no real, pois no velho jogo do amor: olhares, sinais, aproximações, palavras, toques e encontrões. Com o virtual inverte o roteiro, colocamos as palavras em primeiro lugar. O fato é que, independentemente de tudo, as pessoas vão continuar se lançando, com o primeiro desconhecido simpático que for hábil no uso do vernáculo. Vão continuar se entregando sofregamente nos primeiros encontros. E vão continuar errando, se arrependendo, e quem sabe, com sorte, acertando. Porque é inevitavelmente a lógica do sexo oposto e do amor. Isso faz com que pensemos a respeito da importância da sabedoria em nossas vidas e de como ela pode abrir “telas” para as mais variadas conquistas. O saber é o instrumento que nos garantirá uma vida mais digna e nos proverá o bem-estar essencial para nossa felicidade. E é necessário muita dedicação para conquistá-lo e para torná-lo nosso aliado nas batalhas do dia-a-dia. E hoje contamos com uma tela, que se abre da nossa casa, na qual podemos anonimamente penetrar, certamente vamos encontrar um monte de gente interessante, como foi o meu caso, por que vamos nos negar essa possibilidade? Fiquem em paz na minha paz.

     

     

    A Amizade é irmã do amor, quero agradecer o todos vocês pelo carinho e amizade, mesmo sem ter percebido que meu blog está em votação no mundo Halma Guerreira, fiquei feliz por ter sido informado pelo comentário do meu amigo Sérgio quem muito admiro, pode estar certo meu amigo, você faz parte de todos nós da blogosfera, é o conjunto que nos mantém unidos nessa engrenagem de codinome amizade. E a todos vocês que votaram agradeço de coração. Para poder votar é só clicar no selo ao lado e você será direcionado a página, vote no painel de nº 1(um). Sei que muitos estão pedindo votos para meu blog, agradeço antecipadamente, pois sou péssimo político. Sinta-se abraçados todos vocês. O texto sobre o tema ainda não terminou, aguardem!!

     



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    Mundo Pequeno!

    Parte II

     

    Como será que eu sou? Sou como descreve o digitador, ou sou o digitador da imagem   acima? Pois bem, o individuo só é ele mesmo, quando ninguém o observa. Diante da menor probabilidade de observação, mãos às máscaras. Freud dividiu a consciência humana em três partes, o id, o ego e o superego. O Id é a verdadeira personalidade psíquica, na maioria das vezes reprimida pela ética social. O ego que trabalha juntamente com o superego é o controlador das pulsões a serem satisfeitas. O superego, o que fornece a delimitação do certo e do errado, baseado no sistema de recompensas e castigos, tangenciados pela sociedade ou pela religião. Há certamente as equivalências espirituais para estes três pontos. Como o anonimato, o individuo aparentemente normal fica livre para expressar sua verdadeira personalidade reprimida, daí a multiplicação excessiva das faces ocultas. Com a chegada da internet, criou possibilidades antes impossíveis, como a troca de mensagens instantâneas ou até mensagens normais que chegam ao destino somente com um clicar de dedo. Faz parte da natureza humana a busca de fazer parte de grupos e como era de se esperar, a internet criou também seus grupos, e o meu como muitos que por aqui passam é o blog. Cada um de nós procura a nossa turma, que podem ser pessoas de diferentes níveis sociais, culturais, regionais e até atravessamos oceanos. Um relacionamento virtual pode se tornar um relacionamento real e tão real quanto um outro, talvez mais honesto que o real, já que é muito difícil manter o mesmo discurso irreal por e-mail e por mensagens instantâneas por muito tempo. E o Amor virtual, pode virar um amor real? Eu acredito que sim. O relacionamento virtual possibilita você conhecer e encontrar ou ser encontrado por pessoas fora do seu círculo de amizade. Penso que a grande vantagem dos encontros e posteriores relacionamentos virtuais, é a escolha baseada no intelecto e não na emoção, que muitas vezes é do impulso ligado mais ao local e ao visual. E será que quando encontramos alguém e falamos de nós somos sinceros nas descrições? A minha descrição foi sincera, já que desejava encontrar com pessoas também sinceras. Acredito que todo mundo fica nervoso para qualquer encontro, seja este um possível contato pré-amoroso ou de negócios. Procure não levar para o encontro altas expectativas, deixe.  Existe alguma regra, se existe é simples: seja honesto com você mesmo e com a pessoa que você vai se encontrar. No primeiro encontro pode haver afinidade,  mas poderão ou não acontecer, tal qual qualquer relacionamento. Tudo dependerá dos dois. Como eu disse antes, não há regras. Nunca tive relacionamento virtual, todos foram reais, só guardo boas recordações, mas por opção minha saí de sua vida pequeninha por covardia ou por amar muito meus filhos, não quero com isso culpa-los.  È como narrei no texto abaixo “...Em muitos momentos de minha vida, na hora de tomar a decisão eu errei”. Sei que você vai  ler o texto saiba que você é especial, ela é tão especial que mesmo eu agindo da forma que agi, usou a sapiência do perdão.  E o segundo relacionamento imagine vocês, foi com uma Juíza de Direito e filha de Governador, vivemos três anos juntos, e porque não deu certo? Simples, no meu primeiro relacionamento só havia meus três filhos para opinarem, agora imaginem juntando mais dois todos adolescentes e criados de forma totalmente diferente. Quando o relacionamento já estava firme, resolvemos montar nossa casa, mas mediante meus negócios eu não poderia mudar de estado, conclusão, ela veio de mudança, muita coragem a dela, e com o passar do tempo nossos filhos iniciaram uma verdadeira batalha para demarcar o território de cada um, até que um dia meus enteados resolveram dar o cheque-mate, voltariam para a cidade natal, e a mãe dividida entre o amor dos filhos e o meu, resolveu tomar uma atitude: os filhos partiram, ela ficou. Louvável tal atitude, só que não deu certo ela não acostumava ficar sem os filhos. Um bom tempo se passou até termos uma conversa definitiva, pois a situação estava ficando insuportável, todos os dias seus filhos ligavam e cobravam sua presença. Foi aí que dei minha cota de sacrifício em nome da paixão, larguei tudo e fui. Foi experiência nova em minha vida, foi aprendizado, pois meus filhos não arredaram pé da cidade em que moramos. E como não poderia ser diferente quem não se acostumou à nova vida fui eu, já que meus filhos haviam ficado e moravam com a avó. Retornei a minha cidade e aos negócios, ficamos “casados” na ponte aérea. Hoje após quase três anos de separados restou à lembrança de uma convivência que foi boa enquanto durou. O fato de morar em cidades diferentes e o desejo de ficar juntos implica, quase sempre, em renúncia unilateral, de toda uma vida, ou seja, muitas vezes, deixar o emprego, negócios, família e amigos em prol do amor. Esse tipo de decisão só acontece quando existe um sentimento muito forte entre ambos, capaz de romper qualquer barreira para ficarem juntos, afinal não é fácil largar tudo que se tem e começar do zero em outro lugar. Por tudo isso é preciso o algo mais, mesmo sem a certeza de que dará certo.  Não adianta se valer do ceticismo da carne e dizer que a distância engana que as pessoas não se conhecem, que pode haver defeito e desilusão. Pois nada é mais expansivo e verdadeiro do que se conhecer pela linguagem. Nada é mais íntimo e pessoal do que se doar pela linguagem. Não serei convencido da frieza do relacionamento na tela fria de um computador, da articulação de fachadas e pseudônimos, da ironia e dos subterfúgios. O que acontece na internet reproduz a vida com seus defeitos e virtude, não se pode exagerar na desconfiança. O amor virtual é tão real quanto o vento. Não preciso enxergar o vento para verificar se ele corre. O amor virtual trabalha com a expectativa e a ansiedade. Como um teatro que se faz de improviso, com a ardência de ser aceito aos poucos, sem o temor e os avisos em falso do rosto. Na correspondência, há a esperança de ser amado e de entreter as dores. A esperança aceita tudo, transforma todo troco, em investimento. Um gesto de redobrada atenção, uma resposta alentada, uma frase diferente, um cuidado excessivo, a cordialidade do ego e o amor se instala. Sem contar que no amor virtual devolve-se à fala seu poder de encanto de persuadir. Afora o espaço democrático, um conversa e o outro responde. Findou o temporal de um perguntar para outro fingir que está ouvindo. No amor virtual, a linguagem é o corpo. Dar a linguagem é entregar o que se tem de mais valioso. Abre-se a guarda para olhares demorados nos próprios hábitos. A autocrítica se converte em humor; a compreensão, em cumplicidade. É uma distração para concentrar. Uma distração para dentro. Vive-se com mais clareza para contar e se narrar. Amor virtual é conhecer primeiro a letra, para depois conhecer a voz. E assim nesse mundo virtual, onde a beleza que conta é aquela que vem da alma e pode ser purificada pelo amor e carinho que recebemos e dedicamos. Neste mundo, onde só conta eu saber que vocês existem e estão aí do outro lado esperando cada novo post, sem pedir, sem cobrar. É essa troca que nos faz tão pequenos e ao mesmo tempo tão gigantes na emoção. Muito obrigado por serem meus amigos. Fiquem em paz na minha paz.

    O texto que vocês acabam de ler foi uma sugestão da nossa amiga Paula, e que achei um bom tema para ser abordado. Tudo que está narrado são fatos verídicos e que foram vivenciados por mim. Como seria um texto muito longo ele será dividido por etapas, assim quem sabe não podemos entender um pouco mais o nosso mundo virtual. No decorrer dos textos, vou narrar minhas experiências e de outrem, se alguém em algum momento se identificar com o texto, a casa é nossa, sintam-se à vontade para comentar. Fica registrado aqui meu agradecimento de coração a amiga Paula por ter repassado o blog show de bola e ao amigo Sergio pelo selo participação, estão na lateral do blog. Meu agradecimento a todos vocês que atenderam meu pedido e votaram no blog do meu amigo Sergio, e saibam todos que por aqui passam, quando iniciamos uma amizade somos dois você e eu, você trouxe outro amigo, e eu outro,  assim sucessivamente. Agora somos muitos, nós começamos um grupo, o nosso círculo de amigos. E você que está chegando agora, seja mais um elo dessa corrente de codinome amizade, pois como um círculo, não tem começo nem fim. Fiquem com meu carinho e admiração por todos vocês, tenham uma feliz semana com muita paz, saúde e luz.

     

     



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