::UM POUCO DE MIM::

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Sou um homem que a minha história de vida tem pouco de mim e muito dos outros. Ela está fragmentada no olhar dos que me olham, na voz dos que me falam, no enredo dos que me narram, nos sentimentos dos que me amam, nas flores que cultivo ao longo de minha caminhada. E como a vida requer cuidado. Os amores também. Flores e espinhos são belezas que se dão juntas. Não queira uma só. Elas não sabem viver sozinhas. Quem quiser levar a rosa para sua vida, terá que saber que com ela vão inúmeros espinhos





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    Tudo que faço, tudo que escrevo, tudo que comento, o faço de coração, deixo transparecer tudo que meu coração sente e reage. Prefiro expor a minha forma de ver, de agir e viver.  Quando analiso ou escrevo um texto, tenho duas armas na mão, o dicionário e a mais poderosa de toda, a Bíblia. E assim consigo ficar em comunhão com a parte mais íntima do sacrário, onde a análise tem tendência, não para a meditação, mas para a oração. Tenho convicção que a oração integra a existência humana, as raízes humanas, no sentido de mostrar o atendimento que ela faz a necessidades que são perenes, e ainda no sentido de mostrar como sua tarefa é tão durável como a tarefa humana. Enquanto existir um homem, enquanto ele guardar sua natureza racional, existirá pelo menos um embrião de pensamento e questionamento. Porque, sendo racional, eu sou compelido regido segundo essas leis; e essas leis conduzem, pelo meu desenvolvimento lógico. Como sou ser racional livre, me comporto diante da imagem do mundo que integro, e procuro buscar ao máximo minha tarefa humana de realizar a própria perfeição. Por que uma forma de expressar foi qualificada como forma filosófica de pensar? O que é essa aptidão de pensar? Fui buscar no meu intimo a resposta à sua questão. A partir dessa aptidão filosófica da natureza humana, que se revela pela continuidade, como determinado estilo de comportamento. Ela tem uma configuração, como energia espiritual adequada a determinadas exigências. Tolerância, paciência, ciúme, dúvidas, diálogo, tudo isso aprendi a duras penas, tive que ouvir o lado feminino que existe em todo homem. A grande maioria tem medo de admitir, por vergonha ou pelo convívio numa sociedade machista. Pois eu falo e me orgulho de agir assim, talvez aí esteja à explicação pelo convívio amigo que tenho com minha filha, lógico que em nada afetou minha masculinidade, muito pelo contrario, só me fez crescer e entender melhor as mulheres. Sou sabedor que um ato livre tem uma determinada estrutura que não é igual à estrutura do ato intelectual. Eu como homem e pai de família sempre agi pensando, querendo, sentindo, imaginando, errando e associando. Tudo isso é aprendizado. Sempre fui comandado pela fidelidade das relações que integro. A forma como penso me expresso já revela que a forma de pensar é algo inelutável. Sempre fico atento penso e atendo às leis do pensamento. Se alguém se abandona, se entrega à ação coativa das leis, que regem o seu pensamento, termina dando à realidade, que está como objeto da sua percepção. O atendimento às leis que governam o pensamento conduz, querendo a pessoa ou não, sabendo ou não sabendo, de uma forma incoercível, a expressar a sua reação intelectual face ao mundo. Pensar é pensar algo sobre determinada coisa. O objeto do pensamento é sempre o ser. Pensar é relacionar as experiências que colhemos e recolhemos durante nossa vida. Minha intenção é definir o pensamento resultante de uma estrutura constituída de força, coragem, para falar o meu modo de pensar e agir. Forças que, embora distintas, heterogêneas e diversas, trabalham, dentro de mim com determinismo. O ato resultante do pensar ensinou-me a comportar-me como homem diante do mundo, no sentido de conhecê-lo e, conhecendo-o, atuar sobre ele; tento primeiro, conhecer-me a mim mesmo, para depois escrever tudo que vocês lêem. E assim no ato do exercício do pensamento está minha totalidade. Em cada ato, em cada palavra. está o homem experiente e vencedor. Essa estrutura se revela, não só una, mas constituída de uma complexidade de forças; que se revela sempre igual em todo meu comportamento, que tem  continuidade, integra a estrutura total da personalidade. Ela não é constituída apenas de energias, que tentam a satisfação das exigências puramente especulativas,  não é obra só do pensamento, é obra de uma personalidade que pensa, de um homem que pensa, que busca seus ideais e seus objetivos, não tendo lugar para porquês, pois numa busca diuturna sempre encontro a resposta, não fico esperando cair de pára-quedas. Conseqüentemente nessa estrutura de ser humano que escreve esta presente exigências de compreensão, assim como exigências de ação. Não quero aqui limitar-me tão só a explicar o homem, mas explicando aos leitores do meu blog, e assim ajudando entender a exigência de realização interior dele. Não é só uma exigência para atender à necessidade de compreensão e de explicação, mas para atender às exigências totais de realização. Uma realização que não se processa apenas com a presença de comentários, mas com o atendimento de todas as exigências de chegar perto da perfeição, de acabamento, de integração do homem na verdade e, conseqüentemente, no bem dela decorrente. Sempre que posto alguma coisa, sou movido pelos comentários que deixam na minha página, é a conjugação de uma multiplicidade heterogênea de linhas de força, de tendências, de inclinações. Algumas aparecem subconscientes e outras até inconscientes, pois só vamos conhecê-las através da análise dos seus efeitos. É o que caracteriza o inconsciente: uma interpretação racional, não uma verificação experimental introspectiva. Essas linhas de forças podem ser, portanto, conscientes, subconscientes e até inconscientes. Por exemplo, os três últimos post onde alguém tão magnificamente entendeu minha forma de expor meus sentimentos e pensamentos, chegando a afirmar que: “suas metáforas foram extremamente bem colocadas,quando vc fala dos vagalumes brilhando numa noite escura, se referindo aos pensamentos dos apaixonados, ou com a comparação com a embarcação numa noite escura, onde vê-se a torre alta dos obstáculos...”  o fundo do pensamento, que eu expresso, no momento em que falo agora, é inconsciente, integra o meu inconsciente racional, está imerso em áreas de atividade subconsciente, na própria expressão do meu pensamento no momento. E há a raiz de reflexão de plena e total lucidez, de plena evidência. Procuro sempre saber o significado que tenho dentro dessa imagem assim constituída da unidade representativa do mundo; saber qual o sentido que tem a minha relação com essa totalidade visionada, com essa concepção unitária do mundo; saber que significação tem o mundo para mim e, qual é a minha posição no mundo. E sabendo agir e viver assim, tudo fica fácil como escrever esse texto. E assim sempre estou em paz, comigo e como todos que me cercam. Fiquem em paz, na minha paz

     



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     "O Senhor dá força ao seu povo; o Senhor abençoa com paz ao seu povo".

     Salmos, 29:11 

     

    A paz que trago hoje em meu peito é diferente da paz que eu sonhei um dia. Quando se é jovem ou imaturo, imagina-se que ter paz é poder fazer o que se quer, repousar, ficar em silêncio e jamais enfrentar uma contradição ou uma decepção.  Todavia, o tempo vai nos mostrando que a paz é resultado do entendimento de algumas lições importantes que a vida nos oferece. A paz está no dinamismo da vida, no trabalho, na esperança, na confiança, na fé, na consciência tranqüila, é ter certeza de que se fez o melhor ou,pelo menos, tentou. Ter paz é assumir responsabilidades e cumpri-las, é ter serenidade nos momentos mais difíceis da vida, é ter ouvidos que ouvem olhos que vêem e boca que diz palavras que constroem. É ter um coração que ama, é brincar com as crianças, voar com os passarinhos, ouvir o riacho que desliza sobre as pedras e embala os ramos verdes que em suas água se espreguiçam, é não querer que os outros se modifiquem para nos agradar, é respeitar as opiniões contrárias, é esquecer as ofensas. Ter paz é aprender com os próprios erros, é dizer não quando é não que se quer dizer,  é ter coragem de chorar ou de sorrir quando se tem vontade, é ter forças para voltar atrás, pedir perdão, refazer o caminho, agradecer. Ter paz é admitir a própria imperfeição e reconhecer os medos, as fraquezas, as carências. A paz que hoje trago em meu peito é a tranqüilidade de aceitar os outros como são, e a disposição para mudar as próprias imperfeições. É a humildade para reconhecer que não sei tudo e aprender sempre. É a vontade de dividir o pouco que tenho e não me aprisionar ao que não possuo. É melhorar o que está ao meu alcance, aceitar o que não pode ser mudado e ter lucidez para distinguir uma coisa da outra. É admitir que nem sempre tenho razão e, mesmo que tenha não brigar por causa disso. A paz que hoje trago em meu peito é a confiança naquele que criou e governa o mundo. “Deus”. Fiquem em paz na minha paz.

     



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    Hoje eu queria falar de amor

    Mas um amor diferente

    Aquele que a gente muitas vezes se esquece

    Dos irmãos que aqui padecem

     

    Venho de viagem longa sem distância.

    Sou passageiro da imaginação.

    Venho de um mundo onde a esperança

    É uma concreta realização.

     

    E assim com fé e devoção

    Convido a você amigo e irmão

    Juntar-se a nós nessa corrente

    De amor fé e oração

     

    E a você Neinha

    Não desespere jamais

    Pois o Doutor é sábio

    Mas, o poder de Deus é mais.

     

    Juntos em oração

    Em pensamento

    Nesse momento de dor

    Pedindo com fervor

     

    Sei que o Pai vai ouvir,

    Nossos corações elevados

    Numa só corrente de fé

    Tenha força, paz e serenidade.

    Pois é isso o que Ele quer.

     

    Fique em paz, na minha paz.

     



    - Postado por:Sombradosol



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    Quando jovens acredito que todos nós vivemos a expectativa do primeiro amor, queremos namorar, e confesso a vocês, ao digitar a palavra namorar fiquei analisando que coisa mais antiga, já que a moda agora é ficar. Fui ao dicionário procurar sua definição, é a mesma que eu sabia só que continuei achando estranho eu digitando tal palavra, assim rendo-me ao enlevo do amor. O namoro é certamente uma das mais significativas experiências da vida humana. Trata-se de amar e ser amado, acolher e ser acolhido, eleger e ser eleito. Quando estamos amando é o início de um futuro, de um ideal. Em outras palavras, pelo amor entra-se no destino das pessoas, em suas opções e intenções. O amor é um tempo chamado hoje, mas com olhar para o amanhã. Quando estamos amando, nada mais é que uma preparação para a missão de compartilhar a vida com alguém, um tempo de autoconhecimento, de saída de si e doação de si. É um tempo de crescimento, sofrimento e amadurecimento da personalidade, dos valores, dos ideais. Quando amamos não necessariamente temos que dormir juntos, mas acordar e viver juntos acordados, não importa se amamos no real ou no virtual. Ou seja, amor cresce com o diálogo, confidência, e principalmente, conscientização. Um coração apaixonado se liquefaz lentamente, intentando deixar seu abrigo de sempre. Multiplicado em gotas, ele tenta de todas as formas encontrar uma saída, um caminho que possa arrancá-lo de uma alma enfraquecida e talvez sofrida e ir ao encontro de outra alma. Quem sabe eu usando as palavras, com as metáforas dos poetas não fica mais fácil de interpretar, pois o amor é como uma embarcação que viaja dia e noite, e muitas vezes, no período noturno, a visibilidade é mínima, e isso nos oferece um perigo muito grande. Nestas noites guiamo-nos pelas estrelas, mas, há vezes que até as estrelas estão cobertas é quando ficamos a procura de uma torre alta, que nos indica a presença de obstáculos. Quando estamos apaixonados ficamos sempre a espera de uma luz, e nossos pensamentos ficam como vaga-lumes brilhando na noite escura. No amor até a luz deve ser dada em gotas. Gotas de Luz que com o tempo dissipam toda e qualquer treva, num trabalho edificante de paciência e fé, tudo em nome do amor. Temos que ser sábios em cada situação. Cada pessoa, que aparece no nosso caminho aprendemos sempre algo com elas. Compreender que somos falhos, e enquanto estivermos vulneráveis ao meio externo, a críticas, ou a qualquer outro sentimento, amoroso ou não, emanamos desequilíbrio, pois reagimos através do nosso ego, demonstrando que ele ainda se encontra no comando de nossas vidas. Podemos aprender paciência, calma, tolerância, sublimar desejos, expandir compreensão, fortalecer nossa fé e deixar que nossa alma tome o lugar do ego e pegue o leme de nossa vida. Se prestarmos atenção no nosso dia a dia, veremos quantas lições passaram por nós despercebidas e não foram assimiladas, retornando sempre para que possamos aprender com elas. Fiquem em paz, na minha paz.

     



    - Postado por:Sombradosol



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    Costumam falar que criar é sempre, para o artista, um ato de coragem, realmente. Dar forma à criação é outro ato de coragem: é encarar o espelho com toda  sensibilidades do ser. Angustiante, isso. Mas como o espelho é nossa metade, não criar é viver pela metade, o que é igualmente angustiante. Daí dizerem que o artista é sempre atormentado. Ledo engano: todos nós somos atormentados, mas o artista é o que lida consigo mesmo de forma mais completa, se expõe com mais freqüência, mostra-se por inteiro. Então somos todos artistas, e a vida nosso palco. Certa vez alguém escreveu que quando pensamos que sabemos todas as respostas, vem o destino e muda as todas perguntas, estamos sempre a procura do equilíbrio da nossa relação assenta na harmonia das nossas vidas, o ato de "criar", por vezes é difícil e requer coragem, só assim conseguimos preencher o vazio que muitas vezes nos assola. Sempre que uma etapa é cumprida em nossa criação, outra jornada se apresenta. Outros desafios, outras maneiras de perceber a vida. Quando então uma pessoa está mais ou menos satisfeita no nível do trabalho e dos relacionamentos, haverá ainda um vazio dentro de seu peito. Este vazio não pode ser preenchido por nada que seja externo. A pessoa já teve relacionamentos, tem sua profissão, e, para os olhos de todos, ela é uma vencedora. Menos para ela. Ela não se sente assim, e aquele vazio continua ardendo interiormente. As motivações essenciais do ser humano são atender às suas necessidades e satisfazer seus desejos. Estamos cada vez mais querendo TER quando na verdade apenas se deseja. Quando a pessoa fica desejando ter, não curte o que já tem. E assim se perpetua a sensação de vazio, de estar incompleto. A maioria das pessoas está buscando ser melhor com o que possuem e não com o que são. Será que estamos deixando de lado a busca pelo desenvolvimento pessoal e humano? Hoje é muito mais fácil encontrarmos pessoas que querem ser ricas do que serem capazes, dedicadas, competentes. A busca pelo TER está deixando de lado o desenvolvimento do SER. Possuir coisas é muito bom e prazeroso, o problema se encontra quando existe apenas este objetivo. A busca pelo equilíbrio entre TER e SER é uma opção mais saudável e faz com que a busca pelo prazer da felicidade se torne mais completa e menos irreal. E esse hedonismo impede que nos sintamos culpados, permite que não nos preocupemos com o outro. Faz com que passemos reto por alguém que esteja precisando de ajuda sem nos abalar, porque estamos com pressa. Acontece que essa conduta vai formando um rombo dentro de cada um de nós. Muitas vezes esquecemos, mas o outro importa sim, porque todos nós estamos na mesma situação existencial. E parar pra pensar é essencial, senão uma hora nos perdemos. É por esse processo que muitos de nós começamos a se distanciar de nós mesmos. As introspecções vão ficando cada vez mais raras, até que surge o tal vazio inerente ao humano. Porém, o que não vem junto com isso, são as ferramentas para lidar com essa sensação. Elas são fabricadas por nós mesmos, e demoram a ficar prontas. Aliás, não ficam prontas nunca, estão sempre sendo multiplicadas e aperfeiçoadas. Quanto mais vivemos, os mais diversos tipos de ferramentas vão sendo inventados. E quanto mais demorarmos pra começar a fabricá-las, mais elas, as ferramentas, vão demorar a ficar úteis. Assim, a bola de neve só aumenta: a partir do momento em que parecer estar sempre bem é essencial, como podemos, por exemplo, admitir que estejamos sofrendo por amor? Se desarmar desse jeito é admitir que você precise do outro, exige coragem. É tirar a nossa máscara de ser perfeito e auto-suficiente. É ter que admitir que eu não me baste. O mais fácil mesmo é não se apegar pra não correr esse risco. Se todos soubessem que o amor não nasce da perfeição, nasce do que temos de mais humano, nasce da tolerância e aceitação de tudo aquilo que não é perfeito. Nasce pelo contrário da aceitação de cada um. Talvez se apegar, e ter uma troca de afeto não seria tão difícil. Costumo falar que depois que inventaram o está bom, o está ruim acabou. Hoje em dia é assim: você chega e pergunta pra alguém, oi como vai?, poucas pessoas vão te responder que estão mal, passando por uma fase meio chata. Não. Está todo mundo “ótimo”, sempre. É claro entender o porquê desse hábito se poucas pessoas estão dispostas a ouvir outro tipo de resposta a não ser esta. O curioso é que as chamadas síndromes do pânico e as famosas depressões, só aumentam. Bom o pânico é denominado pelos psicólogos; neurose de angústia, e a depressão; vazio existencial, e mesmo assim está todo mundo ótimo. Deve ter alguma coisa errada em algum lugar, penso eu. Não é a toa que os remédios psiquiátricos estão entre os quatro negócios mais lucrativos do mundo. Acho que ficaria todo mundo aliviado se nos conformássemos que não existe saúde, felicidade e paz cem por cento do tempo. Ter saúde não é ausência de problemas, deficiências, conflitos, é saber falar sobre eles e é saber “conversar” com eles. Esse desamparo da solidão, causada pela perda do coletivo, faz com que não saibamos como lidar com a sensação de impotência, inerente ao ser humano. Nada favorece o alívio do desamparo, porque não há solidariedade, não há vínculos, não há paciência. Nesse contexto as pessoas começam a descobrir jeitos fáceis e porque não dizer solitários e instantâneos para aliviar essa angústia. Tenho certeza que na medida em que vamos entendendo  a outra metade refletida no espelho, nossas interrogações aos poucos vão tornando-se exclamações e com certeza seremos livres e felizes!!! Fiquem em paz, na minha paz!

     



    - Postado por:Sombradosol



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    Se prestarmos atenção nos textos postados na nossa blogosfera, vamos perceber que cada um, a seu modo, tem uma história para contar, a grande maioria sobre abandono e carência afetiva. Muitos nos narram uma sensação de uma intensa dor sem fim. Geralmente gosto de parar e analisar um todo, se é só aquele texto que transmite dor. Não, geralmente é um continuar sem fim. Isso me deixa intrigado, pois como as pessoas gostam de associar o amor com dor. Certa vez li um livro que o autor narrava que o amor se acha fora de nós mesmos, é algo a ser obtido. Daí talvez a explicação de que quando o encontramos, nós o agarramos firmemente, como se não houvesse o suficiente para todos. No entanto, na medida em que o amor se torna apego egoísta, nós nos isolamos da verdadeira intimidade. O amor mais gratificante que podemos vivenciar é o que já existe dentro de nós, no coração de nosso ser. Aí se encontra uma infinita fonte de calor, que podemos usar para transformar nossa solidão e infelicidade. Ao entrar em contato com essa energia, descobrimos os recursos interiores necessários para sermos verdadeiramente responsáveis pelo nosso próprio crescimento e bem estar. Mas temos que admitir que enquanto estivermos presos à dor da carência e da falta de amor, não será suficiente saber racionalmente que sofremos porque não sabemos amar verdadeiramente. Podemos não parar para pensar sobre como anda nosso fluxo de contabilidade do amor em nosso interior. Mas é importante nos conscientizarmos do forte elo que existe entre as nossas ansiedades e as dificuldades afetivas que enfrentamos. O ponto de partida para romper esta linhagem de amor imaturo encontra-se num exercício de mão dupla: se por um lado passamos a nos abrir para aceitar o fato de que nos faltaram experiências significativas de reconhecimento de afeto, por outro, ficamos cientes de que esses sentimentos de carência e abandono não nos levarão a lugar nenhum. A intenção de admitir a dor está vinculada à decisão de superá-la, e não de recriá-la. Remoer a dor sem a correspondente vontade de sair dela é como andar para trás, isto é, estaremos repetindo assim apenas os padrões emocionais já conhecidos em vez de refinar nossa alma. A vontade de querer ser amado transforma-se no desejo de amar quando nos conscientizamos de uma vez por todas de que não adianta querermos que as coisas sejam diferentes ou que as pessoas aprendam a amar com maturidade para sermos melhor servidos em matéria de amor. Quando nos dispomos a amar verdadeiramente, damos inicio à jornada do amor maduro. No entanto, só terá sentido quando nos propusermos a redirecionar nossas emoções de abandono e carência, isto é, quando não temermos mais sentí-las. Quando filtramos a dor emocional por meio dos recursos já adquiridos na atualidade, vamos mesclando à dor passada a compreensão que nos faltava. Desta maneira, a necessidade de ser reconhecido pode ser substituída pela autovalidação. Do mesmo modo, a necessidade de expressar as emoções contidas poderá encontrar novos recursos de comunicação. Passamos a selecionar melhor as pessoas, e as situações nas quais poderemos finalmente nos tornar criativos e contribuir com nossa individualidade para o crescimento coletivo. Precisamos aprender a não temer nossas emoções fragilizadas pela falta de amor. Ao sentí-las, poderemos simplesmente nos posicionar positivamente e esperar passivamente para poder amar, mas para isso temos que saber entender e seguir os ensinamentos dos mais sábios dos livros, onde fala que: “No amor não existe medo; antes, o perfeito amor lança fora o medo”.I João 4:18. Agora, posso agir, pois tenho minha consciência a meu favor. Assim eu entendo o amor.

     

    A casa do Amor

    É  simples, é  pura,

    Como o texto que você lê

    E pode viajar no imaginário de seus pensamentos.

    Pois de todas as coisas que existem

    O amor, com certeza, é a melhor.

    O amor não conhece tempo,

    Não conhece idade e muito menos cor

    Relembra o passado mesmo com dor

    Vive o presente intensamente

    Sempre com esperança no futuro:

    O Amor não tem estratégia

    E não planeja nada:

    As coisas do Amor simplesmente acontecem.

    Como esse texto

    Não há fórmulas para se encontrar o Amor

    Por que ele sempre perto de nós está

    Bem ao lado, a espera de ser despertado.

    O Amor é como a água:

    O que há de mais puro para se beber.

    O Amor é poderoso;

    Guia o barco de nossa vida

    Onde podemos sentir

    A brisa no ar, um gesto um olhar

    A mão estendida para lembrar

    Seja por onde navegar

    Existe um remanso a esperar

    O Amor fala  baixinho,

    O som de sua fala atinge enorme distância.

    O Amor não faz grandes festas

    E, normalmente, é comedido.

    O Amor está sempre atento a tudo

    E nunca deixa o mal prosperar.

    Porém, o melhor de tudo do Amor,

    É a capacidade que só ele tem

    De nos tranqüilizar

    Se reconhecer no outro

    Deixando-nos quase sem ar.

    O Amor é grande, muito grande;

    Por isto o tememos tanto

    E o vamos tomamos em gotas

    Sem termos a menor consciência

    Do que estamos perdendo.

    O Amor nos faz levitar

    Impulsiona-nos a navegar

    E assim trouxe você aqui

    Para eu humildemente agradecer

    As dez mil visitas conquistadas

    E tudo graças a você

    Que em nome do amor voltou.

    E eu em nome do Amor

    Desejo-te a paz,

    Fique em paz na minha paz.

    “As muitas águas não poderiam apagar o amor, nem os rios afogá-los”. Cantares 8:7.

     



    - Postado por:Sombradosol



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